A medida que governos e organizações continuam trabalhando para conter o avanço da Covid-19, os efeitos econômicos também começam a ser sentidos. No Brasil, a participação total do comércio eletrônico nas empresas B2B aumentou 62%, segundo atualização da McKinsey, divulgado na semana passada.

Por meio de uma série de pesquisas globais, a McKinsey está acompanhando como as expectativas, os gastos e os comportamentos dos clientes estão mudando durante a crise em vários países ao longo do tempo.

Destaques das principais decisões no B2B mundial
O otimismo dos varejistas de B2B nos EUA é relativamente alto, mas está diminuindo: metade (50%) acredita que a economia se recuperará em dois a três meses (abaixo dos 55% no início de abril);

A participação total do comércio eletrônico na receita total da empresa B2B aumentou em todos os países, principalmente no Brasil (62%) e na Itália (64%).

Preferência pelo digital é duas vezes maior que as interações de vendas tradicionais; métodos de pedidos digitais de autoatendimento agora são priorizados, por exemplo, pedidos para aplicativos móveis aumentaram até 250%.

A venda remota virou norma e é considerada eficaz.

96% das empresas B2B mudaram seu modelo de GTM durante a pandemia de Covid-19; 65% acreditam que o novo modelo é tão eficaz ou mais do que antes (acima de 60% no início de abril).

A maioria das empresas têm utilizado o modelo de vendas delivery em resposta ao isolamento provocado pela pandemia de Covid-19.

Espera-se que as mudanças no modelo de vendas permaneçam: 32% são “muito propensos” a sustentar essas mudanças por 12 ou mais meses após a Covid-19 e outros 47% têm “alguma probabilidade” de fazê-lo.

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